O ganho mora no desenvolvimento. A segurança, no terreno.
Comprar imóvel pronto protege o seu patrimônio, mas te coloca no fim da fila: quando a chave é entregue, a margem já foi capturada por quem incorporou. A Cotize abre a etapa anterior — origina o terreno, estrutura o projeto e distribui a participação em cotas, com o ativo real por trás e a documentação aberta antes do aporte. São quatro modelos, do terreno que valoriza ao conjunto de hospedagem que gera renda de locação.
Investir em projetos imobiliários envolve risco e baixa liquidez: o capital fica comprometido até o encerramento do projeto e não há garantia de retorno. Entenda os riscos.
Paulo Lopes/SC · Renda de temporada · não é oferta
ciclo do projeto
✓Terreno originado
02Viabilidade
03Modelo definido
04Projeto estruturado
05Captação e execução
06Distribuição
o que a cota é
Participação na SPE do projeto
Ancorada numa unidade de referência — critério de rateio, sem escritura nem direito de uso.
como chegamos neste terreno
levantados e georreferenciados
254,9ha
reconstruídos das coordenadas oficiais
88lotes
após relevo, água, acesso e insolação
12finalistas
o único que passou por todos os filtros
1em aquisição
já feito
✓Planta e memorial reconstruídos das coordenadas oficiais
✓8 divergências documentais mapeadas
✓Relevo, água, acesso e insolação dos 12 finalistas
antes de qualquer oferta
Vistoria de campo
Delimitação das APPs do curso d'água
Índice de aproveitamento no município
Documentos versionados no data room, antes e depois do aporte.
O ciclo do projeto
Do terreno à distribuição,em seis passos.
Todo projeto percorre o mesmo caminho, e cada etapa fica registrada e visível ao cotista. O que muda de um projeto para outro é o modelo escolhido no passo 03.
01
Terreno originado
Um corretor ou uma imobiliária cadastra o ativo, com localização, matrícula e contato do proprietário.
02
Viabilidade
Documentação, ônus, zoneamento, potencial construtivo e estudo técnico. A maior parte para aqui.
03
Modelo definido
Terreno, permuta, renda de temporada ou empreendimento — a escolha que determina risco e prazo.
04
Projeto estruturado
Veículo próprio, orçamento, cronograma, taxas e a tabela de cotas da oferta.
05
Captação e execução
Os cotistas aportam e acompanham o andamento e a prestação de contas na plataforma.
06
Distribuição
O resultado é distribuído na proporção das cotas — e, no modelo de renda, também durante a operação.
Ilustração do processo. Prazos, valores e retorno variam por projeto e constam na ficha de cada oferta.
Os modelos
Quatro modelos de projeto.Riscos e prazos diferentes.
“Investir em imobiliário” não é uma coisa só. Comprar um terreno para valorizar, entrar num empreendimento em construção e ser dono de uma operação de hospedagem são teses distintas, com horizontes e riscos distintos. Cada projeto da Cotize declara na ficha a qual modelo pertence — e o modelo determina o que você financia, de onde vem o retorno e quando ele chega.
ciclo curtociclo longo
Terreno
Land banking cotizado
1 a 3 anos
o que você financia
A aquisição do terreno. Não há obra.
de onde vem o retorno
Valorização do ativo e do potencial construtivo reconhecido.
quando você recebe
Na venda do terreno.
risco dominante
Aprovação, mercado de terrenos e baixa liquidez.
Produto de entrada — ciclo curto e tese simples.
Permuta
Permuta cotizada
cerca de 3 anos
o que você financia
A aquisição de um terreno cujo desenvolvimento já está contratado com uma incorporadora.
de onde vem o retorno
Diferencial entre o custo do terreno e o valor das unidades recebidas em permuta.
quando você recebe
Na venda das unidades recebidas.
risco dominante
Risco de contraparte: quem constrói é a incorporadora, e o cronograma é dela.
Exposição a desenvolvimento sem obra própria.
renda
Renda de temporada
Renda de temporada cotizada
18 a 24 meses até a primeira renda
o que você financia
A aquisição do terreno, a construção das unidades de hospedagem e a implantação da operação.
de onde vem o retorno
Renda líquida de locação por temporada, mais a valorização do ativo em eventual saída.
quando você recebe
Periodicamente, a partir da entrega — e não só no fim.
risco dominante
Ocupação e diária realizadas, sazonalidade e regulação municipal da locação de curta duração.
Único modelo que distribui durante a vida do projeto.
Empreendimento
Empreendimento cotizado
4 a 6 anos
o que você financia
A aquisição do terreno, o projeto, as aprovações e a obra.
de onde vem o retorno
Margem de incorporação sobre o VGV do empreendimento.
quando você recebe
Na saída, conforme as unidades são vendidas.
risco dominante
Concentra todos os anteriores: aprovação, execução de obra, custo e mercado de venda.
Maior retorno potencial e maior exposição.
Em todos os modelos você adquire cotas do veículo do projeto (SPE ou equivalente) — participação no resultado, não fração de matrícula nem escritura de unidade. No modelo de renda de temporada, a cota é ancorada numa unidade de referência, que define o seu peso no rateio da renda; ela não confere direito real sobre aquela unidade nem direito de uso. Prazos são estimativas e podem se estender por fatores de aprovação, obra e mercado.
Primeiro empreendimentoem estruturação
Chalés da Colina
Um conjunto de chalés numa encosta a poucos quilômetros do litoral catarinense, projetado para locação por temporada. É o primeiro projeto do modelo de renda — aquele em que o cotista passa a receber distribuição periódica depois da entrega, em vez de esperar a venda.
Isto não é uma oferta de investimento. O projeto está em estruturação e ainda não foi aprovado nem publicado. Programa, número de unidades, prazos e condições podem mudar — ou o projeto pode não ser levado adiante. Vistoria de campo, delimitação das áreas de preservação e consulta à estrutura fundiária aplicável ainda estão em andamento. A maior parte dos terrenos que analisamos não vira projeto, e essa é a intenção.
O que acontece depois do aporte
Um projeto imobiliário tem três tempos.Você acompanha todos.
Investir em desenvolvimento não é comprar um imóvel pronto que rende aluguel no mês seguinte. É entrar num projeto com começo, meio e fim — e, dependendo do modelo, o fim pode ser uma venda ou uma operação que continua. A Cotize deixa esse desenho explícito antes do aporte, com a documentação de cada etapa aberta ao cotista.
1em todos os modelos
fase 1
Aquisição do terreno
O capital captado compra o terreno já analisado. A partir daí o ativo está no patrimônio do veículo do projeto e o valor da cota passa a acompanhar o ativo, não uma promessa.
Matrícula, ônus e zoneamento verificados antes da captação
Terreno adquirido pela SPE do projeto, não pela Cotize
Cotista entra por valor de aquisição, antes da valorização do desenvolvimento
2varia por modelo
fase 2
Desenvolvimento
Aprovações, projeto executivo e obra. É a fase mais longa e a que concentra o ganho potencial — mas nem todo modelo passa por ela do mesmo jeito.
No modelo de terreno não há obra: o trabalho é de aprovação e de potencial construtivo
No modelo de permuta quem constrói é a incorporadora parceira, no cronograma dela
Nos modelos de renda e de empreendimento a obra é do projeto, com cronograma físico-financeiro acompanhado na plataforma
3onde o retorno aparece
fase 3
Operação ou saída
É aqui que os modelos mais se separam. Três deles terminam numa venda e distribuem o resultado de uma vez; o modelo de renda não termina — o ativo entra em operação e passa a distribuir periodicamente.
Terreno, permuta e empreendimento: venda do ativo ou das unidades e distribuição proporcional às cotas
Renda de temporada: distribuição periódica da renda líquida a partir da entrega, e eventual saída depois
Prestação de contas e documentos do período no data room, em qualquer modelo
Cada projeto informa na ficha da oferta a qual modelo pertence, o prazo estimado, o ticket mínimo, a estrutura jurídica utilizada e as taxas aplicáveis. Prazos estimados podem se estender por fatores de aprovação, obra e mercado.
Nenhum projeto entra no catálogosem passar por quatro filtros.
A Cotize não compra terreno em leilão nem escolhe pelo mapa. Trabalhamos com uma rede de corretores e imobiliárias que originam o ativo na ponta — e submetem cada terreno a uma análise antes de existir qualquer oferta.
01
O corretor traz o terreno
Quem conhece o mercado local é quem enxerga o terreno subaproveitado antes de todo mundo. Corretores e imobiliárias cadastram o ativo na Cotize com localização, matrícula e contato do proprietário.
02
A Cotize analisa
Documentação, ônus, zoneamento, potencial construtivo e estudo de viabilidade. A maior parte dos terrenos cadastrados não vira projeto — e é esse filtro que define a qualidade do catálogo.
03
O projeto é estruturado
Terreno aprovado ganha projeto, cronograma, orçamento, VGV estimado e veículo jurídico próprio. Só então ele se torna uma oferta de cotas.
04
A oferta é publicada
Ficha do projeto, documentos, estudos, prazos, taxas e avisos de risco ficam disponíveis para o investidor decidir com a mesma informação que a mesa usou para aprovar.
É corretor ou imobiliária? Você origina o terreno ou traz o investidor e é remunerado pela operação — sem mensalidade para usar a plataforma.
Três taxas em todo projeto.Uma quarta, só onde há operação.
A Cotize ganha quando o projeto acontece e quando o projeto dá resultado — não com mensalidade de quem investe. O percentual de cada taxa é definido por projeto e aparece na ficha da oferta, junto com a memória de cálculo, antes de qualquer aporte.
Taxa de estruturação
cobrada uma vez, sobre o capital captado
Remunera a originação do terreno, a due diligence, o estudo de viabilidade, a montagem do veículo jurídico e a documentação da oferta. Sai do capital captado no momento da liquidação do aporte.
Taxa de administração
recorrente, durante a vida do projeto
Remunera a gestão do projeto: acompanhamento de obra e cronograma, prestação de contas, relatórios aos cotistas e operação do veículo. Incide sobre o capital integralizado.
Taxa de performance
só no encerramento, e só se houver ganho
Percentual sobre o resultado que exceder um retorno mínimo previamente definido no projeto. Se o projeto não superar esse patamar, não há taxa de performance.
renda
Taxa de gestão de locação
só no modelo de renda, e só depois da entrega
Remunera a operação do ativo: reservas e canais de distribuição, precificação, atendimento ao hóspede, limpeza e manutenção. Incide sobre a receita de locação e só existe enquanto o ativo estiver operando sob gestão da Cotize.
O que você não paga
Mensalidade ou assinatura para investir
Taxa para abrir conta, consultar o catálogo ou acompanhar a carteira
Taxa de saída ou de resgate — o projeto tem prazo definido, não há cobrança para sair no vencimento
Mensalidade para o corretor ou a imobiliária que origina o terreno ou traz o investidor
Custos do projeto
Além das taxas da Cotize, cada projeto tem custos próprios que saem do próprio veículo e constam no orçamento da oferta: aquisição do terreno, ITBI e registro, corretagem, projeto e aprovações, obra, tributos e contabilidade do veículo. No modelo de renda entram também os custos continuados da operação — manutenção, reposição, seguro e utilidades. Esses custos entram na projeção de retorno — não são cobrados separadamente do cotista.
O que pode dar errado —e o que fazemos para você enxergar antes.
Nenhuma estrutura elimina o risco de um projeto imobiliário. O que uma boa estrutura faz é tornar o risco visível, delimitado e auditável. Estes são os riscos que você assume ao investir em um projeto na Cotize.
Riscos do investimento
Prazo e liquidez
O capital fica comprometido até o encerramento do projeto. Não existe resgate a pedido nem mercado secundário garantido: a cota não é um investimento de liquidez diária.
Execução e aprovações
Aprovações em prefeitura e órgãos ambientais podem atrasar ou ser negadas, e a obra pode sofrer atraso e aumento de custo. Isso reduz o retorno e estende o prazo.
Mercado
O preço de venda das unidades ou lotes ao final do projeto depende do mercado naquele momento. A projeção de retorno é uma estimativa, não uma promessa.
Ocupação, sazonalidade e regulação
modelo de renda
A renda depende da ocupação e da diária efetivamente realizadas, que são sazonais e sensíveis à concorrência local. Municípios podem restringir ou tributar a locação de curta duração. Há ainda custo operacional continuado, que reduz a renda líquida.
Contraparte
modelo de permuta
Quem constrói é a incorporadora parceira. Não haver obra própria não elimina o risco: a incorporadora pode atrasar, mudar o cronograma ou não entregar, e as unidades recebidas ainda precisam ser vendidas.
Perda de capital
Em cenário adverso, o retorno pode ser inferior ao projetado, nulo ou negativo — inclusive com perda de parte do capital aportado.
Como mitigamos
Um veículo por projeto
Cada projeto é estruturado em veículo próprio (SPE ou equivalente). O patrimônio de um projeto não responde pelas obrigações de outro nem pelas da Cotize.
Data room aberto ao cotista
Matrícula, certidões, estudo de viabilidade, orçamento, contratos e cronograma ficam disponíveis e versionados — antes e depois do aporte.
Trilha de auditoria
Cada mudança relevante de valor, prazo, participação ou status fica registrada como evento imutável, com autor e data.
Prestação de contas periódica
Relatórios de andamento e comunicados de fatos relevantes ao longo do projeto, com prestação de contas no encerramento.
Realizado publicado contra o projetado
No modelo de renda, a Cotize ganha sobre a receita que ela mesma projetou. Por isso ocupação e diária média realizadas são publicadas ao lado das projetadas, período a período — sem seleção de janela.
Aviso: a Cotize não garante rentabilidade, não oferece recomendação de investimento e não presta consultoria financeira. Rentabilidade estimada em qualquer projeto é projeção baseada em premissas que podem não se confirmar; rentabilidade passada não representa garantia de resultados futuros. Leia integralmente a documentação e o material da oferta antes de investir e, se necessário, consulte um profissional habilitado.
Perguntas frequentes
Investir em projeto imobiliário: perguntas frequentes.
A Cotize seleciona terrenos com potencial de desenvolvimento junto a corretores e imobiliárias, estrutura um projeto imobiliário sobre esse terreno e abre a participação em cotas. Você investe no projeto — com viabilidade documentada, veículo jurídico próprio e acompanhamento até a distribuição do resultado. Há quatro modelos de projeto, com prazos e riscos diferentes: terreno, permuta, renda de temporada e empreendimento.
Terreno (land banking): financia só a aquisição, sem obra; o ganho vem da valorização e da aprovação do potencial construtivo, em 1 a 3 anos. Permuta: financia um terreno cujo desenvolvimento já está contratado com uma incorporadora, que constrói — o ganho vem da venda das unidades recebidas, em cerca de 3 anos. Renda de temporada: financia a aquisição, a construção de unidades de hospedagem e a operação; distribui renda líquida de locação periodicamente a partir da entrega. Empreendimento: financia terreno, projeto, aprovações e obra, com retorno na venda das unidades, em 4 a 6 anos. Cada projeto declara na ficha da oferta a qual modelo pertence.
Participando de um projeto, em todos os modelos. Você não recebe fração de matrícula nem escritura de um imóvel: adquire cotas do veículo (SPE ou equivalente) que é titular do terreno e responsável pelo desenvolvimento. Seu retorno vem do resultado do projeto, distribuído na proporção das suas cotas. A estrutura jurídica exata de cada projeto está descrita na ficha da oferta.
Não. A cota é ancorada numa unidade de referência — por exemplo, o Chalé 07 — que serve para definir o seu peso no rateio da renda e do resultado, porque unidades diferentes valem diferente. Mas o imóvel permanece com matrícula única em nome da SPE: você não tem escritura daquela unidade, não pode vendê-la separadamente e não tem direito de uso sobre ela, salvo se a oferta previr expressamente. O rateio segue a tabela de participação registrada, não a receita daquela unidade específica: se um chalé fica vago e outro lota, a distribuição não muda.
Depende do modelo. Em terreno, permuta e empreendimento não há renda durante o projeto: o retorno se concentra na saída, entre 1 e 6 anos conforme o modelo. No modelo de renda de temporada há distribuição periódica da renda líquida a partir da entrega das unidades — tipicamente 18 a 24 meses após o início —, e a valorização só se realiza se houver evento de saída, que não tem prazo contratado. Cada projeto informa na ficha o prazo estimado e o cronograma, e prazos estimados podem se estender por fatores de aprovação, obra e mercado.
Não como regra. Investimento em projeto imobiliário é de baixa liquidez: o capital fica comprometido até o encerramento e não existe resgate a pedido nem mercado secundário garantido. Eventuais janelas de liquidez ou possibilidade de cessão de cotas dependem do veículo jurídico e, quando existirem, estarão descritas na documentação da oferta.
Varia por projeto e aparece na ficha da oferta. A proposta da Cotize é justamente permitir participar de um empreendimento com um valor muito menor do que seria necessário para comprar o terreno ou incorporar sozinho. Dependendo do enquadramento regulatório da oferta, podem existir limites de aporte por investidor.
Terrenos cadastrados por corretores e imobiliárias passam por análise antes de virar projeto: matrícula, ônus, zoneamento, potencial construtivo e estudo de viabilidade. A maior parte dos terrenos cadastrados não vira oferta. Só projetos aprovados e publicados aparecem no catálogo, e a documentação que sustentou a aprovação fica disponível no data room.
A execução fica com prestadores contratados pelo projeto — engenharia, arquitetura, construtora, jurídico e contabilidade — custeados pelo próprio veículo, dentro do orçamento aprovado na oferta. A Cotize coordena e presta contas do cronograma físico-financeiro na plataforma.
Cada oferta tem meta mínima e prazo de captação. Se a meta não for atingida no prazo, o projeto não é executado e os valores aportados são devolvidos aos investidores conforme as condições descritas na documentação da oferta, sem retenção de taxa de estruturação.
Três em todo projeto: taxa de estruturação (uma vez, sobre o capital captado), taxa de administração (recorrente, durante o projeto) e taxa de performance (só no encerramento e só sobre o ganho acima de um retorno mínimo definido no projeto). No modelo de renda de temporada há uma quarta, a taxa de gestão de locação, que incide sobre a receita da operação e existe enquanto o ativo estiver operando sob gestão da Cotize. Não há mensalidade para investir, nem taxa para abrir conta, consultar o catálogo ou acompanhar a carteira. Os percentuais de cada projeto estão na ficha da oferta.
Prazo e baixa liquidez, atraso ou negativa de aprovações, atraso e aumento de custo de obra, e risco de mercado no momento da venda. O modelo de renda acrescenta risco de ocupação e diária realizadas, sazonalidade, custo operacional continuado e mudanças na regulação municipal da locação de curta duração. O modelo de permuta acrescenta risco de contraparte: quem constrói é a incorporadora parceira, e não haver obra própria não elimina o risco. Em cenário adverso, o retorno pode ser inferior ao projetado, nulo ou negativo, inclusive com perda de parte do capital. A Cotize não garante rentabilidade nem faz recomendação de investimento; projeções são estimativas baseadas em premissas que podem não se confirmar.
De dois jeitos, e sem pagar mensalidade: originando o terreno (você cadastra o ativo, mantém o relacionamento com o proprietário e é remunerado se ele virar projeto) ou trazendo investidores para projetos publicados (você é remunerado sobre o capital efetivamente aportado por indicação sua). As condições estão na página de parceiros.
Proprietários podem ser cadastrados diretamente ou por meio de um corretor parceiro. A partir daí o terreno entra na mesma análise de qualquer outro ativo: documentação, zoneamento e viabilidade. Aprovado, discutimos o formato da operação — venda ao projeto, permuta por cotas ou participação no resultado.
Investir em imóveis sempre foi sinônimo de capital alto . Para entrar em um bom ativo, você precisava de centenas de milhares — ou milhões — de reais, além de assumir sozinho o risco e a gestão do bem. O investimento imobiliário fracionado muda essa lógica: o valor do imóvel é dividido em cotas , e cada investidor participa com o quanto fizer sentido para o seu bolso. Por que isso importa Ticket acessível. Você participa de oportunidades que antes eram inacessíveis. Diversificação. Em vez de concentrar tudo em um imóvel, você distribui entre várias ofertas. Menos trabalho. Você não vira administrador do bem — a operação é estruturada e acompanhada. Transparência. Documentação padronizada, due diligence e comunicados em um só lugar. Como a Cotize faz isso Cada oportunidade tem uma meta de captação , um ticket mínimo e um número de cotas . Você explora o catálogo, manifesta interesse, passa pela qualificação conforme a oferta e acompanha sua posição na carteira — do aporte ao pós-investimento. Investimentos imobiliários envolvem risco e baixa liquidez. Leia sempre a documentação completa de cada oferta antes de aportar.
Curadoria é o que separa uma plataforma séria de uma vitrine de anúncios. Na Cotize, nenhum imóvel vira oportunidade pública sem passar por análise . O fluxo, em resumo A imobiliária cadastra o imóvel: identificação, localização, características e operação. Anexa a documentação (matrícula, IPTU/ITR, plantas, licenças) no data room. Submete para análise do gestor , que aprova ou devolve com pendências. Aprovado, o imóvel pode ser publicado como oportunidade no catálogo. O que o gestor verifica Documental: matrícula atualizada, ônus, regularidade fiscal e de obra. Viabilidade: estudos de cenário (base, otimista, conservador) e premissas declaradas. Operação: meta de captação, ticket mínimo, número de cotas, prazo e veículo jurídico. Risco: avisos claros e proporcionais ao tipo de ativo. Por que isso protege o investidor Cada ação relevante fica em trilha de auditoria e os documentos são versionados . Quando você vê uma oportunidade publicada, sabe que ela passou por um processo — não por um formulário solto. A Cotize não promete retorno garantido. A due diligence reduz risco, mas não o elimina.
Uma oportunidade na Cotize percorre um caminho claro, com cada papel fazendo a sua parte. Cadastro (imobiliária / corretor) O Buyer Broker cadastra o imóvel e mantém o contato com o proprietário. Preenche as abas — identificação, localização, características, operação — e anexa a documentação. Análise (gestor) O gestor tria o cadastro: aprova ou devolve com pendências. Só o que é aprovado avança. Publicação O imóvel aprovado é publicado como oportunidade e passa a aparecer no catálogo, visível para qualquer investidor — mesmo de outra organização. Interesse e qualificação (investidor) O investidor explora o catálogo, manifesta interesse e responde à qualificação (KYC) conforme a oferta. O Seller Broker acompanha o funil de captação. Aporte e carteira O investidor reserva sua cota . A posição aparece na carteira , com total investido, status de cada cota e os comunicados da operação. É o mesmo conceito de sempre — investir em imóveis — mas digital, fracionado e rastreável de ponta a ponta.
A Cotize está em beta e o primeiro projeto está em estruturação. Criar conta é gratuito e não compromete você a nada: você é avisado quando uma oferta é publicada e acessa a ficha completa — modelo, viabilidade, orçamento, prazo, taxas e riscos — antes de decidir.
A Cotize não garante rentabilidade e não faz recomendação de investimento. Investir em projetos imobiliários envolve risco de perda de capital e baixa liquidez.