Água no terreno
Nove dos doze lotes finalistas têm curso d'água mapeado dentro do polígono, de 35 a 151 metros de extensão. Numa operação de temporada, a natureza no terreno é o produto — não um acessório.
Quinze chalés numa encosta de Paulo Lopes, no litoral de Santa Catarina, projetados para locação por temporada. Você não compra um chalé: torna-se sócio do conjunto e participa da renda que ele gerar, depois de pronto.
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Avisamos assim que a oferta for publicada, com a ficha completa do projeto.
Esta página não é uma oferta de investimento. O projeto está em estruturação e ainda não foi aprovado nem publicado. Programa, número de unidades, prazos e condições podem mudar — ou o projeto pode não ser levado adiante.
como chegamos neste terreno
levantados e georreferenciados
reconstruídos das coordenadas oficiais
após relevo, água, acesso e insolação
o único que passou por todos os filtros
O desmembramento tem 254,9 hectares. Reconstruímos a geometria dos 88 lotes a partir das coordenadas oficiais, medimos relevo, água, acesso, insolação e visada em cada um, e chegamos a doze finalistas. O que separou o escolhido dos outros onze:
Nove dos doze lotes finalistas têm curso d'água mapeado dentro do polígono, de 35 a 151 metros de extensão. Numa operação de temporada, a natureza no terreno é o produto — não um acessório.
O mar fica a 8 a 11 quilômetros a leste. Perto o suficiente para servir a quem vai à praia, longe o suficiente para o terreno não custar o que custa um lote de frente para o mar.
Quinze unidades num único endereço é o tamanho que uma equipe local opera bem, sem virar hotel. É a escala em que a gestão de temporada ainda funciona sem estrutura hoteleira.
Os lotes finalistas vão de 100 a 413 metros de altitude, com face predominante a noroeste e alguns a norte e a leste. Altitude e orientação de encosta definem o que se vê e a que horas bate sol.
entre os maiores do desmembramento
de 100 m², sobre premissa de 5% de aproveitamento
desnível interno grande: são faixas que sobem a encosta
limite prático para implantar sem contenção pesada
extensão mapeada dentro do polígono
a leste
Fonte: modelo digital de elevação de 30 m e cartografia colaborativa, sobre a geometria reconstruída dos documentos oficiais. São dados indicativos: relevo fino, platôs pequenos e estradas particulares não aparecem nessa resolução. Nada aqui substitui vistoria de campo, licenciamento ambiental ou consulta ao plano diretor.
Um material comercial normal omitiria esta parte. Ela está aqui porque, se você vai colocar dinheiro num projeto de anos, precisa saber o que ele não é antes de saber o que ele pode ser.
Uma linha de morros de 400 a 425 metros, a 6 ou 7 quilômetros, bloqueia a visada. Do ponto mais alto dos melhores lotes restam janelas de apenas 2° a 8° de abertura. Não vamos chamar isso de vista para o mar, e ela ainda precisa ser confirmada no local.
Parte dos finalistas fica de 288 a 731 metros da estrada mais próxima mapeada. Abrir acesso e terraplenar é custo real de implantação, e entra no orçamento antes de qualquer projeção.
A faixa de preservação de 30 metros ao longo do curso d'água reduz a área construível dos lotes cortados por riacho, e o índice de aproveitamento aplicável ainda precisa ser confirmado junto ao município. O programa de 15 unidades é premissa, não dado.
Esta é a parte que mais se entende errado, então vale ser literal. A sua cota é participação na SPE, e ela vem ancorada numa unidade de referência — um chalé com número, que serve para definir quanto do resultado é seu. É critério de rateio com nome e endereço, não escritura.
O desenho é assim por dois motivos, e ambos protegem você. O imóvel é rural, e fracionar imóvel rural abaixo da fração mínima definida pelo INCRA é vedado — vender chalés com área exclusiva configuraria parcelamento irregular do solo. E vincular a compra de uma unidade a um sistema obrigatório de locação caracteriza contrato de investimento coletivo, com exigências próprias. Manter a matrícula única na SPE resolve os dois de uma vez.
A SPE adquire o terreno e conduz aprovações, licenciamento ambiental e projeto executivo. Nenhuma renda nesta fase.
Implantação de acesso e infraestrutura e construção dos chalés, por prestadores contratados pelo projeto, com cronograma físico-financeiro acompanhado na plataforma. Nenhuma renda nesta fase.
Os chalés entram em locação por temporada. A partir daqui há receita — e também custo continuado de manutenção, reposição, seguro e utilidades.
A renda líquida, depois de custos, tributos e taxa de gestão, é distribuída periodicamente aos cotistas na proporção dos pesos registrados.
O projeto não tem prazo contratado de encerramento. Uma venda do conjunto, se houver, depende da regra de decisão definida na oferta — e só aí a valorização do ativo se realiza.
Não publicamos prazo para cada fase enquanto licenciamento e orçamento não estiverem fechados. Quando a oferta for publicada, o cronograma estimado estará na ficha do projeto — e prazos estimados podem se estender por fatores de aprovação, obra e mercado.
Neste modelo a Cotize cobra quatro taxas — três iguais às de qualquer projeto, e uma que só existe porque aqui há uma operação para tocar depois da obra. Os percentuais são parâmetro deste projeto e vão para a ficha da oferta, com memória de cálculo, antes de qualquer aporte.
Originação do terreno, due diligence, viabilidade, montagem do veículo e documentação da oferta.
Gestão da obra e do cronograma, prestação de contas, relatórios e operação do veículo.
Percentual sobre o resultado que exceder um retorno mínimo definido na oferta. Sem ganho acima dele, não há taxa.
Reservas e canais de distribuição, precificação, atendimento ao hóspede, limpeza e manutenção. Incide sobre a receita da operação.
Saem do próprio veículo e constam do orçamento da oferta.
A parte que projeções de incorporação costumam esconder: um ativo em operação gasta todo mês.
Porque ainda não existe número honesto para publicar. A renda de uma operação de temporada depende de ocupação e diária efetivamente realizadas, que são sazonais e sensíveis à concorrência local — e o orçamento deste projeto ainda não está fechado. Qualquer percentual aqui seria chute com aparência de compromisso. Quando a oferta for publicada, a projeção virá com premissas explícitas e cenários, e ainda assim será projeção.
Há um conflito de interesse nesse arranjo, e preferimos declará-lo: a Cotize aprova a viabilidade do projeto e depois ganha sobre a receita que ela mesma projetou. A contrapartida é publicar ocupação e diária média realizadas ao lado das projetadas, período a período, sem escolher a janela.
Como a Cotize cobra, em qualquer modeloUm empreendimento de hospedagem soa como renda fixa e é operação hoteleira. Esses são os riscos que você assume ao entrar — os quatro do meio existem porque este é um projeto de renda, e não apareceriam num projeto de terreno ou de incorporação para venda.
O licenciamento ambiental e a aprovação municipal podem atrasar, exigir alterações no programa ou ser negados. A faixa de preservação do curso d'água pode reduzir o número de unidades viáveis.
Implantação de acesso em encosta e terraplenagem têm custo sensível a condições de terreno que só a vistoria revela. Atraso e estouro de orçamento reduzem o retorno e adiam a primeira distribuição.
A renda depende da taxa de ocupação e da diária média efetivamente realizadas, não das projetadas. Ambas variam com a concorrência local, com a economia e com mudanças nas plataformas de reserva.
Em destino de temporada a receita se concentra em poucos meses do ano. Não existe distribuição mensal estável, e um verão fraco afeta o ano inteiro.
Municípios podem restringir, licenciar ou tributar a locação por temporada. É risco regulatório vivo, com precedentes em vários destinos turísticos brasileiros.
Quinze unidades num único endereço não têm diversificação. Um evento local — acesso, clima, mudança de zoneamento, queda de demanda na região — atinge a receita inteira de uma vez.
O capital fica comprometido por anos. Não há resgate a pedido nem mercado secundário garantido, e este modelo não tem prazo contratado de encerramento: a valorização só se realiza se houver um evento de saída.
Em cenário adverso o retorno pode ser inferior ao projetado, nulo ou negativo — inclusive com perda de parte do capital aportado.
Aviso: a Cotize não garante rentabilidade, não oferece recomendação de investimento e não presta consultoria financeira. Qualquer rentabilidade estimada para este projeto será projeção baseada em premissas que podem não se confirmar; rentabilidade passada não representa garantia de resultados futuros. Leia integralmente a documentação e o material da oferta antes de investir e, se necessário, consulte um profissional habilitado.
A maior parte dos terrenos que analisamos não vira projeto — e essa é a intenção. Este chegou até aqui, o que não é o mesmo que estar pronto. Atualizamos esta lista conforme a diligência avança.
Quando o Chalés da Colina for aprovado e publicado, você recebe a ficha completa — orçamento, cronograma, taxas, estrutura jurídica e riscos — e decide depois. Entrar na lista é gratuito e não compromete você a nada.
Esta página não é oferta de investimento nem recomendação. A Cotize não garante rentabilidade. Investir em projetos imobiliários envolve risco de perda de capital e baixa liquidez.